Estudo conclui que dançar é a maneira mais efetiva de prevenir o Alzheimer

O Alzheimer é uma das doenças que mais cresce em todo o mundo, e uma das que mais desafia os médicos e cientistas também. Ainda não foi encontrada uma cura para ela, tampouco se descobriu o que causa o mal degenerativo que provoca a atrofia do cérebro, causando demência e perda de memória.
Porém, uma pesquisa recente, conduzida pelo Centro Alemão para Doenças Neurodegenerativas de Magdeburgo e publicada no Frontiers in Human Neuroscience, concluiu que a dança pode ser uma excelente aliada dos idosos na prevenção do Alzheimer.

O estudo, que durou 18 meses e foi realizado com 26 pessoas, apontou uma melhora no funcionamento do hipocampo daqueles que se submeteram a dança. Já o mesmo não aconteceu com o grupo que praticou outros tipos de atividades físicas. “A cada duas semanas, ritmos e movimentos eram alterados, para mantê-los em um processo de aprendizagem constante”, contou a Dra. Kathrin Pehfeld, condutor da pesquisa. Ainda de acordo com Kathrin, a comunidade científica já sabia que permanecer ativo na velhice beneficia a mente, mas queriam descobrir se um tipo específico de atividade teria mais impacto que outro.
E embora o estudo tenha sido pequeno e precise ser explorado mais a fundo, os médicos estão comemorando o resultado. “Eu acredito que todos gostariam de viver uma vida independente e saudável, durante o maior tempo possível. E eu acho que a dança é uma ferramenta poderosa para estabelecer novos desafios para o corpo e a mente, especialmente na idade avançada”, finalizou Dra. Kathrin. Let’s dance!